[RESENHA] Reunião - A Mediadora #03 - Meg Cabot

Reunião - A Mediadora #03 - Meg Cabot
Novamente Suze se encontra em problemas. Ela não procura, eles os acham. Tentando ter bons momentos com Gina, sua melhor amiga que veio de Nova York para visita-la, tudo estaria indo bem, se um suspeito acidente não tivesse matado 4 adolescentes e eles aparentemente estão procurando por vingança. 
Suzannah, com o seu dom especial, sendo uma Mediadora, ela precisa ajudar um “amigo” a não ser morto por esses fantasmas, mas também precisa lidar com o que esse amigo fez e o que pretende fazer. Novamente Suzannah se vê lutando não somente com os mortos, mas com os vivos também, aprendendo que ter medo dos mortos é o de menos, quando você precisa lidar com os vivos. 
Além disso, ela ainda precisa lidar com os meios-irmãos implicantes, a evidente disputa do Soneca e Dunga pela atenção da Gina, sua melhor amiga, os sentimentos que ela está tendo pelo Jesse, o fantasma morto em seu quarto, sem esquecer de todos os “problemas padrão” da vida dela. 
Ter que fingir gostar do Michael, o garoto que está sendo perseguido pelos fantasmas, provavelmente é a parte mais cômica do livro. A cada coisa que Michael fazia ou dizia e não era condizente com o que Suze sentia verdadeiramente, era motivo de um enorme “eca”, algo que você acabava rindo, mas a cada descoberta sobre o Michael, era somente mais motivos para ela se manter afastada, porém, ainda não desejando a morte de mais ninguém, tentava veemente salva-lo. Até ele cometer o pior erro possível, tentando machucar as pessoas que ela ama e você vê uma enorme fúria saindo dela e mais ainda, você compreende que Suze está passível a erros e arrependimentos, como qualquer adolescente. 
Eu sou suspeita para falar, afinal, a série A Mediadora é uma das minhas séries favoritas da vida. Eu amo o jeito sarcástico e meio desbocado da Suze, o jeito delicado e de sua maneira, protetor do Jesse. A nova família meio maluca e meio problemática em que ela está vivendo, os fantasmas, o padre Dom, com o seu jeito meio inocente, mas muito compreensivo e inteligente, além de não ser nada bobão ou extremamente santo, como sempre tentar aparentar os religiosos. 
A capa do livro é bonita, porém não a mais bela de todas. No entanto, revisão e diagramação são maravilhosas, fazendo a leitura fluir tão bem, que quando termina, você nem percebe e já está pronta para o próximo livro!


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