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sábado, 2 de janeiro de 2016

[RESENHA] Meu - Real #02 - Katy Evans

Sinopse:
Agora, com a distância e a escuridão entre eles, a única coisa que resta para Brooke é lutar pelo amor do homem que ela chama de “meu”. Na série best-seller REAL, o irrefreável lutador bad boy Remington Tate finalmente encontrou a maior razão pela qual lutar em sua vida, Brooke Dumas. Contratada para mantê-lo em perfeitas condições físicas, a jovem fisioterapeuta conseguiu desencadear um desejo primitivo tão vital em Remington quanto o ar que ele respira... “Remy” simplesmente já não pode viver sem ela. Brooke jamais imaginou que iria se apaixonar tão perdidamente por um homem, e mais, nunca sonhou que ele seria nada menos que a fonte de desejo de toda mulher. Quando tudo parecia caminhar para uma felicidade genuína, Brooke acaba sendo arrancada para longe dos arredores do ringue. Uma perigosa ameaça está à espreita, pronta para derrotar o “Arrebentador” e arrasar tudo em seu caminho no momento em que eles mais precisam um do outro. Mas será que uma última revelação surpreendente conseguirá mudar para sempre o destino desse intenso amor?
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Esse livro é a continuação do meu Tate e a Brooke. Antes de tudo, tem algo que me incomoda profundamente em Brooke e eu gostaria de compartilhar: ela só pensa em sexo.
Tudo o que ela fala é ressaltando o quanto o Remy é maravilhoso, exala gostosura e seus lindos gominhos. Eu concordo com ela, mas em um livro, isso o torna um pouco cansativo, mas enfim, voltando ao foco.
O livro inicia-se com o amor deles bem explícito, após Brooke voltar para o Remy, é evidente o quanto ela se arrepende de tê-lo deixado com apenas uma carta e tenta mostrar em cada ato, o quanto ela o ama profundamente. Ou seja, em cada página é possível sentir o amor de ambos.
Entretanto, nem tudo são flores e corações. O inimigo do primeiro livro, mostra-se presente neste também. Benny se faz presente inicialmente, mandando um recado para o Tate, atingindo seu ponto fraco, machucando a Brooke. E isso o deixa louco, mas ele controla-se, por ela, pelo campeonato, pelos seus amigos, por tudo.
E após o “Arrebatador” derrotar mais um oponente e estarem viajando para outra cidade, Brooke passa muito mal no avião e o casal descobre um grande presente para ambos. Acho que principalmente para o Remy, que nunca teve uma família de verdade, mesmo que o Riley e Pete sempre estivessem com ele, como se fossem irmãos para ele.
Porém, algo inesperado acontece. Ameaça de aborto, Brooke ter que voltar para sua cidade, pois precisa de repouso absoluto, Remy indo treinar e vencer este campeonato, ambos separados.
Brooke sofrendo quanto a essa separação forçada, magoada com a atitude idiota da Nora, sua irmã problema (causadora da primeira separação do casal no primeiro livro), os pais sendo idiotas quanto ao relacionamento dela e não aceitando o Remy... Bem, a Brooke sofreu neste momento da vida. Porém Remy foi um fofo. Flores todos os dias para a Brooke, ela praticamente tinha um jardim em casa e eu fiquei mais apaixonada por ele neste momento. Eles conversando todos os dias por mensagens, Skype ou fazendo ligações, mesmo que para o Remy isso seja totalmente fora dos padrões, mas ele fez tudo por ela e faria mais. Sinceramente, eu sai suspirando pelo meu Tate neste momento do livro.
Quando o Remy tem uma luta na cidade da Brooke, ela faz algo idiota, mas engraçado: Veste-se como uma velha e vai ver seu homem lutar. Ele não é idiota, ele a viu e tiveram grandes momentos juntos. Mesmo que ele respeite e não a toca como gostaria, ficaram juntos e começaram a contar os segundos para quando ela poderia voltar a viajar com Tate.
E quando essa tortura chega, foi algo tão fofo entre eles. Meu Remy sendo um lindo e ela sendo uma fofa. HAHAHAHA
Enfim, está tudo lindo e maravilhoso entre eles, ela lidando bem com a gravidez e planejando tudo e ele tentando resolver, novamente, o problema que Nora se colocou, as coisas desandam de uma forma absurda, quando os pais idiotas do Remy vão visitar a Brooke para falar asneiras.
Ele volta a ficar escuro e depois de muitas coisas fofas ditas por ela e ele vendo que precisa melhorar, vai fazer um tratamento de TB (transtorno bipolar) um pouco brusco, mas que traz verdades à tona e a melhora dele. Enfim, são verdades que a feriam e que quase fez o Remy perde-la de novo.
Depois de pontos importantes para o casal serem esclarecidos e ele provar novamente que é maravilhoso, chegou o dia. O grande dia em que meu Tate vai enfrentar Benny, mas o que a Brooke não esperava era que seria até alguém desistir ou morrer e o pior, em meio a luta ela entrar em trabalho de parto, mesmo que seja prematuro.
Claro que meu Tate venceria e ganharia o real dele. O bebê era real e eu simplesmente suspirei por esta família neste momento.

“- Se ele for como eu, vamos apoiá-lo – sussurra Remy preocupado em meu ouvido. – Se ele for como eu, estaremos com ele, sempre.
- Sim, Remy. Nós vamos ensinar-lhe música. E a se exercitar. E como cuidar deste pequeno corpo. Ele será forte e vai surpreendê-lo e talvez, frustrá-lo, por vezes, também. Vamos ensiná-lo a amá-lo. E amar a si próprio. Nós vamos lhe ensinar o amor.”

Sinceramente, esse foi um livro em que o Remy mostrou-se mais. Ele permitiu seus leitores conhece-lo mais e eu simplesmente amei descobrir esse lado do meu amor. Remy me tomou, me fez suspirar, me nocauteou e me deixou apaixonada.
E sério, essas capas são lindas demais. Tanto do primeiro livro, quanto do segundo. Mantendo o padrão tipográfico e as imagens, são capas lindas e me seduziram demais.
Leiam e vejam por si mesmas como o Tate é maravilhoso em todos os sentidos.


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